Bruno Schmidt expõe no Rio

O artista plástico Bruno Schmidt e o designer Gilson Martins resolveram fazer uma brincadeira de verão. Eles escolheram oito telas que têm a ver com a cara da estação que se aproxima e da nova coleção e vão expor “Bruno Schmidt, 41 graus” na Galeria de Arte Gilson Martins, em Ipanema, no Rio de Janeiro, a partir do dia 10 de novembro, às 19h. “O Bruno tem um estilo meio picassiano, gosto dos tons doces que ele escolhe e do nectar da criação dele”, explica Gilson.

 
Artista plástico desde 99, Bruno já é visto como uma das grandes revelações de sua geração. “O carro- chefe da exposição vai ser uma obra em que pintei uma árvore amarela. Escolhi cores vivas e fortes que têm a ver com a estação mais quente do ano e com a criação do Gilson. Queremos ver todo mundo alegre e feliz”, antecipa Bruno, que tem participado de eventos culturais e de exposições significativas. É considerado uma das grandes apostas do momento. Tem chamado atenção de colecionadores que acreditam em uma carreira promissora.
 
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foto quadro Bruno na Veja Rio
Bruno explora o uso sistemático de linhas curvas e retas, utilizando cores fortes numa tradução suave e harmoniosa do figurativo abstrato. Colorista convicto, busca ao seu redor variações a serem exploradas, mesclando a possibilidade de confundir  o imaginário de cada um. Nesta fase, o artista plástico transporta para suas telas a sutileza das flores e o calor das cores bem típico do verão 41 graus carioca. Na foto ao lado uma matéria publicada pela Veja Rio durante a exposição.
  
Gilson Martins representa a cultura do Rio de Janeiro em suas bolsas com imagens do Pão de Açucar, Cristo Redentor, Copacabana e Lapa. Bruno vê a geografia do Rio muito iluminada e traz a público esta nova fase mais intensa, mais viva. Gilson foio primeiro designer a usar a bandeira do Brasil na moda e é indicado pelos principais guias de viagens como Michelin, Lonely Planet e New York Times. As lojas do Rio recebem turistas de todo o mundo e são referências de design brasileiro com humor e qualidade. Expôs em Paris, no Museu do Louvre e Galeries Laffayete, Festival de Cannes, Copa de 2006 em Berlim e Semana de Design em Milão. Em 2009 seus produtos foram escolhidos pela loja do MoMa, em Nova York.
 
Galeria de Arte Gilson Martins
Rua Visconde de Pirajá, 462 B- Ipanema- Rio de Janeiro
Horário: 10 às 20h de segunda a sábado
Abertura para convidados: 10 de novembro de 2011, das 19h às 21h30
Exposição: 11 de novembro até 10 de dezembro de 2011
Tel: (21) 2227- 6178
 
 
Mais informações para imprensa:
 
Malu Fernandes
Tells. (21) 2579-8451/ 8104-9636
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http://shoppingdecomunicacao.blogspot.com

Ghost Writer

Ontem fui ao lançamento de um livro que tenho muito orgulho em ter trabalhado, ajudando o autor a organizar suas ideias. Sinto orgulho porque participei da elaboração de um outro que ele perguntou à autora quem tinha colaborado nos ajustes dos textos e, assim, fui indicada. Muito bacana esta vida de ghost writer trabalhando por recomendação. Foi uma obra que copidesquei no ano passado durante meu período sabático em Sydney e que agora já está nas livrarias. Foi meu terceiro livro e o engraçado é que o tema de um nada tem a ver com o do outro. Compartilho com vocês, meus amigos, aqui pois estou feliz.

Fenômeno de marketing

foto Nessa meu amigaozao
Gente, esta coisa de moda é muito engraçado, né? Liguei para a Happy Kids do Boulevard Rio Iguatemi, ronda normal de assessora de imprensa em busca de notícias. Sabia que tem fila de espera da Nessa, personagem do Meu Amigaozão? Custa R$ 88,90 uma boneca de pelúcia grande e a loja dá 10% de desconto para os personagens do meu Amigaozão... Agora vou ver quem pode ter interesse nesta notícia... Achei tão interessante fila de espera para presente de dia das crianças...

Twitter é a rede social mais usada por empresas

As redes sociais ganham cada vez mais espaço. O Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) realizou uma pesquisacom 251 companhias e constatou que 65% das empresas já apostam nessas ferramentas.

Veja o ranking:
  • Twitter – 84% das empresas utilizam.
  • YouTube – 62%

Rio de Janeiro tem novos Embaixadores do Turismo

 
 
foto posse Cris
 
A cidade maravilhosa ganhou no dia 1 de julho 23 novos Embaixadores do Turismo, que vão auxiliar o governo municipal e a iniciativa privada na divulgação do Rio. A fotógrafa Cristina Lacerda, a nutricionista Bia Rique, a chef Cecília Borges, o arquiteto André Piva, as jornalistas Márcia Bahia e Tânia Malheiros e outros tomaram posse na noite de sexta, na Casa Julieta de Serpa, no Flamengo.  O Programa Embaixadores do Turismo foi idealizado pelo diretor do Curso de Turismo da UniverCidade, Bayard Boiteux, na busca ações que ajudem no fortalecimento da imagem da cidade.  A iniciativa é da Fundação Cesgranrio, da UniverCidade, da Planet Work e do Site Consultoria em Turismo-Bayard Boiteux. O objetivo é homenagear pessoas que colaboram com o engradecimento do Rio através do seu trabalho. Fizeram parte do juri Carlos Serpa, Patrícia Brandão, Bayard Boiteux e Maurício Werner.  Esta é a 13a. edição do Programa Embaixadores do Turismo. Já foram agraciados com o diploma Lázaro Ramos, José Wilker, Ricardo Cravo Albim, Olavo Monteiro de Carvalho, Stella Torreão e Zeca Pagodinho,  entre outros.  Hoje entrevisto aqui a Cristina Lacerda, com quem trabalho desde 1994, a primeira paranaense a ser nomeada embaixadora.
 
Como foi receber este convite?
Estou muito orgulhosa pois escolhi esta cidade para morar há 25 anos. É uma cidade muito fotogênica. Estas imagens entraram nos olhos que nem música nos ouvidos de um cantor. Meus hobbies são viajar, falar bem do Rio e voltar, trazendo ideias de onde podemos melhorar nossa querida cidade.  Quero trabalhar sério para honrar o título.
 
O que uma embaixadora pode fazer?
É aquela teoria de redes sociais como o facebook. Podemos não conhecer o Bill Gates, mas alguém da nossa rede de relacionamentos conhece. Estamos em um momento de dar as mãos, todos juntos: poder público, empresas, ONGs e sociedade civil unidos por um Rio melhor. Meu sonho é ajudar a tornar o Rio a melhor cidade para se viver do mundo. Estive na Austrália cinco vezes. O Rio e Sidnei são duas cidades irmãs.  É em Sidnei que me inspiro. Em 2000, por ocasião dos Jogos Olímpicos, fiz quatro exposições fotográficas nos restaurantes Outback do Rio e de São Paulo e no Centro de Cultura Britânica mostrando boas idéias para nos inspirarmos. 
 
Toda longa caminhada começa por um simples passo. Qual será o seu?
Encomendei a um amigo publicitário uma campanha por um trânsito melhor com mais civilidade, respeito e educação. Agora quero propor aos demais embaixadores buscarmos empresas que patrocinem a ideia.  Esta é a década de ouro do Rio. Temos que aproveitar este momento de transformação como uma oportunidade de olhar para o futuro. Viajo muito pelo Brasil e todos falam de Curitiba como uma cidade que funciona. Lá há muitas campanhas por isso o trânsito flui e as ruas são limpas.  
 
Sobre Cristina Lacerda
 

Cristina Lacerda é paranaense de Paranaguá, fotógrafa com mais de 20 anos de experiência em fotografia de eventos e corporativa. Entre os principais eventos que cobriu estão a Rio 92, o Live Earth, a Árvore de Natal da Bradesco Seguros, Carnaval, Reveillon, Copa Davis e Fashion Rio. Fotos aéreas são uma paixão, mas Cristina vive mesmo é de trabalhos agências de comunicação como INPRESS, Textual, CDN, entre outras, e para  empresas como TIM, Souza Cruz, Band, Firjan, Coca-Cola, Editora Nova Fronteira, Gaia, Global Industries, Lavazza, só para citar algumas. No ano passado deu início a um antigo sonho: trabalhar na preservação das memórias familiares e empresariais. Começou, assim, a digitalização de acervos pessoais e corporativos. Em 2011, incluiu no projeto jovens do Vale Encantado, uma comunidade na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, ensinando um novo ofício, gerando renda e inclusão social e digital.

Participe do Dia do Meio Ambiente

Dia mundial do meio ambiente

Estamos nos aproximando do Dia do Meio Ambiente. Venha participar do Projeto Vale Encantado, de educação, preservação ambiental, geração de renda e inclusão social. Mais informações em www.valeencantado.org.br.

Crossing the Copacabana: the wooing of Brazil after Lula.

Apresentei o economista Tim Harcourt à CT Boucherie, no Leblon, e estava uma delícia nossa picanha. Mantivemos contato depois da entrevista que fiz com ele em Sydney, na Austrália, publicada em outubro pela Revista Conjuntura Econômica, da FGV. Recebi agora este artigo dele e é sempre interessante ver o que economistas estrangeiros perceberam de nosso país.  
 
Crossing the Copacabana: the wooing of Brazil after Lula.
Tim Harcourt*
Chief Economist
Australian Trade Commission
Sydney
In economic history, you can see how times change. Once upon a time, a century ago, and even 50 years ago, Argentina was one of the richest economies in the world, and Brazil one of the poorest. But on my recent trip to Brazil one of my hostess’s in Rio de Janeiro commented that “even her maid took her holidays in Buenos Aires because it was now so cheap!” I thought this was symbolic of the recent changes of fortunes for the two South American neighbours.

But can you really see an economy changing before your eyes? A century or even 50 years is a long time but even I have noticed remarkable changes in Brazil in just under a decade of regular visits there.
In 2002, on my first trip to Brazil, times were tough (see my previous article Blame it on Rio). Neighbouring Argentina was in the midst of economic crisis, (see the article Don’t buy from me, Argentina) and Brazil was concerned about contagion from her neighbour. In fact, Brazil had just got over a significant crisis in 1998 and didn’t want a repeat of those events. In 2002, Brazil was also facing a presidential election, with the perennial candidate, Lula from the Workers Party (PT) running for the fourth time. Whilst I noticed Lula had great support in Porto Alegre at the World Social Forum where I was a guest speaker, the business people and journalists I spoke to in Sao Paulo were apprehensive, and in any case, pessimistic about his chances of winning.

What a difference eight years makes. Lula did win in 2002, won re-election in 2006 and left office at the end of 2010 with a massive 80 plus percent plus approval rating which is an amazing result for a democratically elected politician at the end of their term anywhere. Even his successor, Dilma Rouseff, who has just entered the Presidential palace in Brasilia, has an equally healthy approval rate of 73 per cent.

So why the popularity of Lula and now Dilma? To use the old Clinton campaign line: It’s the economy stupid. Brazil avoided a major recession during the global financial crisis (GFC) and chalked up an impressive 7.5 per cent economic growth rate in 2010, which is expected to be followed by a solid 4.5 per cent this year should inflation risks be contained. In short, the Brazil of 2011 is a different place to the Brazil of 2002. The country is more confident, it is playing a significant role on the world stage, (Lula opened 53 new Brazilian embassies in his term including 30 in Africa) its economy is now talked about as an emerging economic superpower along with China and India (now it is part of both the BRICs (Brazil, Russia, India and China) and the big emerging economies, the BEEs).  Historically we used to think of Brazil and other South American countries as causing a crisis themselves or being a victim of one. It’s very rare for them therefore to get through a major global economic crisis unscathed. And whilst they say Brazil is emerging, by the time of the Rio Olympics in 2016, will we be able to say that it has emerged? After all, it is the world’s 7th largest economy and after Rio 2016 it could well be in the Top 5.


The success of the macroeconomic and fiscal performance of the Lula administration, which was accompanied by effective monetary policy by the Central Bank, is also demonstrated by some of the strong improvements in various social indicators. Under Lula, around 29 million people have been added to the middle class generating a strong consumer culture, with 187 million cell phone users and strong improvements in car and home ownership. All this has been achieved whilst undergoing robust growth in population and a reduction in the levels of absolute poverty and lower crime rates.
According to a distinguished Brazilian economist and past adviser to the government in Brasilia, Professor Fernando Carvalho, of the Federal University in Rio de Janeiro (UFRJ), these outcomes are the result of success on two major policy fronts.


Firstly, there was the expansion of social programmes – essentially an extension of thecomunidade solidaria, started by Lula’s predecessor President Fernando Cardoso a famous Brazilian sociologist who later entered politics. According to Professor Carvalho: “Lula extended the programme and made it effective. Also by-passed local and state government and made more use community organizations and churches for delivery. This policy effectively has doubled the income of the very poor and at the same time has expanded the Brazilian middle class adding the to the power of Brazilian consumers at the same time. As a result, infant mortality has been reduced, education retention levels are higher, and the overall standard of living of the average Brazilian has increased.”


Secondly, there has been a new approach to fighting crime. According to Professor Carvalho: “Instead of the US style ‘more cops on the beat’ approach, the Government handed over responsibility to the communities in the favelas, to provide their own community policing.” As a result, there is less crime in the favelas, and because of higher incomes and education levels amongst poor Brazilians, less incentive to commit crime.


So has international trade helped? Sure. China, like in the case of Australia, is Brazil’s number one trade partner. Of the nations that have benefitted from China’s rise, Brazil and Australia are the standout with rising commodity prices and significant gains in the terms of trade of each country. Brazil, like Australia, avoided the worst of the GFC due to its own fiscal and domestic economic reforms and because of its strong trade links to China. However, unlike Australia, Brazil, with its 193 million population also has a large internal economy (60 per cent of GDP is domestic) and a massive industrial sector (manufacturing accounts for 40 per cent of the Brazilian economy with a globally significant automotive and aviation sector, spearheaded by Embraer).


According to Professor Carvalho: “Brazil is the only place in Latin America that has scale. Mexico is big but closely tied to the USA economically, Chile is a niche player with strength in copper etc and the rest are either oil and gas (like Venezuela) or agriculture (like Uruguay). Only Argentina could challenge Brazil in terms of size, but their economic problems have kept them out of the race for some time. In short, it’s Brazil, Argentina and the small trading nations,” he explained.
In fact, according to Carvalho, Brazil, ironically has traditionally been isolationist.
“When I was growing up, few Brazilians even spoke Spanish. In fact, there were three times more English speaking Brazilians than Spanish speakers. There was interest in Argentina, mainly because Brazilians have a fascination with the tango, but not many Brazilians had even been to their neighbours in South America let alone the rest of the world. Immigrants whilst sentimental about their origins became fully fledged Brazilians, and Brazil had unlike her neighbours, never been involved in any conflict or major border disputes,” he recalled.


Clearly, Brazil is a special case. As Greg Wallis, Australia’s Trade Commissioner in Sao Paulo puts it: “Brazil is the prize of Latin America and we have to make the running. Countries like Chile, Peru and Colombia like us and woo us but in Brazil’s case we have to do the wooing.”
And as Brazil plays a stronger role in the world economy, and the 2014-2016 World Cup-Olympics double approaches we will have to do more than just woo the girl from Ipanema, we’ll have to woo the hearts and minds of a globally very strong and popular Brazil. And Buenos Aires can expect more tourism spending by a wider spectrum of Brazilian society than ever before!
 
*Tim Harcourt is the chief economist of the Australian Trade Commissionwww.austrade.gov.au/economistscorner and a Visiting Fellow, School of Economics, Australian School of Business at the University of New South Wales (UNSW).
He is also the author of The Airport Economist:  www.theairporteconomist.com
Thanks to Greg Wallis, Ana Carolina Bonin, Alexandre Pundek, Eduardo Loyo, Danielly Ramos, Marcelo Andrade, Malu Fernandes, Lia Valls Pereira, Armando Castelar Pinheiro, Ronaldo Veirano, Cristiano Souza, Samule Pessoa, Luis Neves, Tim Morris, Crispin Conroy, Goran Nuhich, Fabio Nave, Rick Allert, Patricia Monteiro, Patrick Carvalho, Fernando Carvalho, Daryl Hudson, Ambassador Brett Hackett, Ambassador Edileuza Fontenelle Reis, and Ambassador Americo Fontenelle.

Década de Ouro no Rio

Investidores brasileiros e estrangeiros se reunirão de 22 a 24 de março no Centro de Convenções Bolsa do Rio durante o RioInvestment 2011, evento realizado pela primeira vez pela InfoCast, Governo do Estado e Prefeitura. Com a proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas, os organizadores acreditam que mais de US$ 90 bilhões sejam gerados a partir de novos negócios nos próximos três anosem setores como o de petróleo e gás, mineração, construção naval, ferro, aço, fundos de hedge, energias nuclear e renováveis, entre outros. Investidores estrangeiros são esperados e já começou a divulgação internacional. Estou à disposição da imprensa para mais informações no tel + 55 21 8104 9636. Detalhes para credenciamento no link abaixo com a Companhia da Informação.
 


http://wallstreetpanel.com/tags/rioinvestment-2011-anticipates-us90-billion-in-business-opportunities-for-international-investors-in-rio-de-janeiro

As redes sociais influenciam a imprensa?

Não consigo entender como as redes sociais não influenciam os grandes jornais. Acabei de ler esta informação em http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=628ENO010. Deveríamos contestar mais as pesquisas, reavaliar metodologias e duvidar. Este é o nosso papel.  Só não influenciam se nenhum jornalista estiver nas redes sociais e nem conhecer ninguém que está.

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